Terceira capital mais antiga do Brasil, a cidade de João Pessoa, na Paraíba, também conhecida como “Porta do Sol”, por estar localizada na Ponta do Seixas, ponto mais oriental das Américas, atrai pessoas do país inteiro por seu vasto patrimônio histórico, clima tropical e a riqueza de suas belezas naturais.

Em pouco mais de uma década, a capital paraibana ganhou 220 mil novos moradores de acordo com último comparativo entre os Censos 2000 e 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  Atualmente possui 801. 718 habitantes, segundo as estimativas de 2016 do IBGE, o que a torna a 5ª cidade mais populosa da Região Nordeste.

Como consequência do crescimento populacional, a cidade se verticalizou, o que manteve o mercado da construção civil aquecido nos últimos anos. A intensa expansão imobiliária responde pela construção de edifícios e arranha-céus espalhados pela cidade.

Referência nas regiões Norte e Nordeste, a construtora Planc assina projetos de edifícios altos, que compõem o cenário urbano da capital da Paraíba. Segundo o Gerente Técnico da construtora, o engenheiro João Bezerra de Santos Júnior, a política urbana da cidade favorece os projetos com mais de 40 pavimentos, mas concentrados em regiões afastadas da orla da praia, uma preocupação ambiental. “A construção de edifícios na faixa de 500 metros a partir da marca da maré cheia em João Pessoa é regulamentada pelo artigo 229 da Constituição Estadual de 1989, que proíbe edificações nessa área acima de quatro andares“, afirma o Gerente da Planc.

O edifício residencial Alfredo Volpi, localizado no bairro Bessa, é um dos últimos projetos que a Planc entregou para a população de João Pessoa. Considerado o residencial mais alto da cidade, o prédio possui 48 pavimentos, que contemplam 130 apartamentos com área útil de 136 m², garagem e ampla área de lazer para atividades esportivas, além de mezanino com salão de festas e snack bar.

Devido à altura do edifício, desde a fase de concepção da estrutura, o projeto reuniu diferenciais que o levaram a conquistar o Prêmio de Melhor Projeto de Estrutura de 2015, conferido pela Gerdau. Entre os diferenciais estão os ensaios de túnel de vento, que permitiram determinar os efeitos da carga de vento sobre a estrutura do edifício, fornecendo ao projetista dados que aumentaram a confiabilidade do cálculo estrutural.

A altura dos edifícios, também exigiu tecnologias diferenciadas para o transporte de passageiros. No Alfredo Volpi, para vencer os 48 andares, os moradores utilizam quatro elevadores da thyssenkrupp de alto desempenho, que chegam até o topo em menos de um minuto. A velocidade dos elevadores, de três metros por segundo, é uma das mais rápidas em projetos residenciais na região e um dos diferenciais do projeto.

Além da rapidez, os elevadores possuem diferenciais tecnológicos que economizam energia. Dentre eles, as máquinas sem engrenagem e a iluminação LED que representa uma economia de 75%, em comparação com as lâmpadas comuns. A cabina é do modelo Export com revestimento em aço inoxidável escovado e capacidade para 16 pessoas.

Planc_Alfredo_Volpi1Planc_Alfredo_Volpi Case João Pessoa_Poço do elevador

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>