A preocupação com o futuro das cidades diante do crescimento urbano é o tema da palestra que o CEO da ThyssenKrupp Elevator AG, Andreas Schierenbeck, irá proferir durante o EE Fórum Global, principal evento mundial de eficiência energética, que acontece nos dias 12 e13 de maio, em Washington, EUA.

O objetivo da empresa é alertar a comunidade internacional sobre a necessidade de revermos os gastos com energia dos edifícios, que hoje representam a maior parcela de consumo global de energia, atingindo 40%.

Segundo dados levantados pela empresa, cada edifício comercial construído irá consumir em média 12.000 MWh de energia elétrica nos próximos 15 anos. Somente nos EUA, onde são erguidos mais de 150.000 edifícios/ano, o consumo atingirá 120 TWh por ano, o equivalente, por exemplo,  ao consumo anual de um país inteiro, como a Holanda.

Porém, se reduzirmos em 10% o consumo de energia teremos um impacto positivo em toda a cadeia. Em termos comparativos, deixaríamos de emitir 180 milhões de toneladas de CO2, o que equivale a reduzir em dois milhões o número de carros nas ruas em um ano ou aumentar em três bilhões o número de árvores plantadas e cultivadas no mesmo período.

Com o crescimento das cidades e, consequentemente, a construção de edifícios cada vez mais altos, os elevadores têm um papel importante na relação de consumo de energia x eficiência energética. Por isso, as novas tecnologias estão sendo desenvolvidas para reduzir o consumo de energia do elevador que hoje é de 5% a 15% do total gasto pelo edifício.

Com base nessas estimativas, a empresa sinaliza para a necessidade urgente de se tomar decisões de desenvolvimento urbano com foco na sustentabilidade para que possamos garantir a vida nas cidades para as gerações futuras.  “Não podemos mais ignorar a necessidade de uma urbanização sustentável. O elevador, a partir de  soluções energeticamente eficientes, está no centro da discussão sobre cidades futuras verdadeiramente sustentáveis. Por isso, este é o momento de integrarmos esses sistemas para atualizarmos nosso parque imobiliário”, avalia Schierenbeck.   f9c6625340e742c4ad68649f5d3cd348

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