Muitas vezes o direito de ir e vir de algumas pessoas com mobilidade reduzida esbarra em uma escada. Por conta disso, as cidades, as empresas e os condomínios devem se adequar para oferecer acessibilidade universal a todos os cidadãos. Porém, edificações antigas requerem melhor atenção e soluções tecnológicas para beneficiar as pessoas.

Assim, para atender à Norma de Acessibilidade a Edificações, Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos (NBR 9050), a obra de readequação da entrada do prédio foi viabilizada com a instalação de uma plataforma elevatória vertical.

thyssenkrupp - Plataforma Elevatória - case Santos_4

O condomínio possuía lances de escadas no nível da rua e a área de recuo inviabilizava a colocação de rampas de acesso, opção mais simples, mas que nem sempre são viáveis para atender o que determina a Norma. “Consultamos vários engenheiros, mas todos disseram que não havia como instalar uma rampa. Por isso, optamos pela consultoria de um escritório de arquitetura que nos auxiliou com o projeto da obra. Nosso objetivo desde o início era fazer algo definitivo e que atendesse às necessidades dos cadeirantes que moram e frequentam o condomínio”, atesta Vilma Perim, síndica do condomínio.

“Para garantir o direito de acessibilidade em pelo menos um dos acessos da edificação, fizemos mudanças físicas necessárias para a instalação da plataforma elevatória, visto que não havia espaço para a execução de rampa acessível conforme determina a Norma”, explica Frederico da Costa Marins, arquiteto urbanista do escritório dolabella marins – arquitetura de interiores, responsável pelo projeto.

Entre as alterações apontadas pelo arquiteto estão a nivelação da entrada do condomínio com a rua, a construção de um novo acesso por meio de uma escada com corrimão nos dois lados e o recuo da recepção para dar vazão à circulação dos cadeirantes.

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A plataforma vertical instalada no D. Pedro II é a Easy Vertical da thyssenkrupp Elevadores. Ela foi projetada com a finalidade de facilitar o acesso ao interior de prédios com no máximo dois andares; às residências que possuem desnível vertical de até 4 metros; bem como proporcionar melhor movimentação dentro dos espaços com desnível. O equipamento tem capacidade para 250 quilos e comporta uma pessoa em cadeira de rodas com acompanhante. Outro benefício está no baixo consumo de energia, graças ao seu motor monofásico, que opera na velocidade de 6 metros por minuto.

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