No domingo, 17 de maio, será celebrado o Dia Internacional Contra a Homofobia e a Transfobia, que tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre a luta contra a discriminação da comunidade LGBTI+ (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e intersexuais).

A data remete ao ano de 1990, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da classificação internacional de doenças. Desde então, a data virou símbolo da luta por direitos humanos e pela diversidade sexual, contra a violência e o preconceito.

Para a Organização das Nações Unidas (ONU), a eliminação da violência e discriminação deve ser uma ação em conjunto da sociedade. Ou seja, além dos governos, as empresas podem fortalecer a diversidade e promover uma cultura de respeito e equidade, tanto no seu ambiente interno quanto nas comunidades onde elas e seus parceiros comerciais operam.

Respeito às diferenças

Na thyssenkrupp Elevadores, diversidade e inclusão fazem parte do planejamento estratégico da empresa, com o objetivo de construir uma cultura de respeito às pessoas e valorização das diferenças.

Para conduzir as ações foi criado um Comitê de Diversidade e Inclusão com a participação de colaboradores engajados com a causa.

Com base neste modelo foi desenvolvido o Plano de Diversidade e Inclusão da empresa com metas de longo prazo para a América Latina.  O foco é trabalhar seis grupos listados como prioritários: racial, gênero, PCD’s, gerações, cultural e LGBTI+.

Uma pesquisa foi realizada para entender como os colaboradores pensam a diversidade e a inclusão para traçar as metas. Foi um passo importante e que deu subsídio para a empresa criar e estabelecer as estratégias do plano.

Um dos dados da pesquisa identificou que 8% dos colaboradores se consideram homossexuais ou bissexuais, quando questionados sobre sua orientação sexual. “O grupo LGBTI+ é um dos pilares prioritários para se trabalhar dentro da diversidade e inclusão da empresa. O mês de junho será dedicado a essa temática dentro do calendário de atividades para conscientizar os colaboradores”, afirma Renan Anger (Líder de Diversidade e Inclusão da América Latina) e membro da comunidade LGBTI+.

Os próximos passos já estão traçados para a empresa amadurecer o tema de forma consistente, trabalhando o equilíbrio e, principalmente, os viesses inconscientes. “Aprender com as diferenças é uma mudança de cultura que se constrói com o engajamento de todos”, destaca Renan Anger.

Direitos Humanos  

Com o propósito de incentivar as corporações de todos os portes a avançar na direção de maior equidade para o público LGBTI+, o Escritório da ONU para os Direitos Humanos desenvolveu cinco Padrões de Conduta para apoiar as organizações no enfrentamento à discriminação.

  • Respeitar os Direitos Humanos desenvolvendo políticas para garantir o respeito às pessoas LGBTI+;
  • Eliminar a discriminação no recrutamento, contratação, condições de trabalho, benefícios e respeito à privacidade;
  • Apoiar um ambiente positivo para que funcionários LGBTI+ possam trabalhar com dignidade e sem estigma;
  • Prevenir outras violações de direitos humanos, não discriminando fornecedores, distribuidores ou clientes LGBTI;
  • Agir na esfera pública: contribuindo para impedir abusos de direitos humanos nos países e regiões onde estão presentes.

#JuntosContraHomofobia

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