Pessoas que se doam para que o trabalho dos colegas flua da melhor maneira possível são fundamentais para que a engrenagem de uma empresa funcione. Por trás destas atitudes encontramos profissionais como Nancy da Silva Gramosa. Comprometida com o seu papel, ela não deixa a peteca cair e, em 30 anos de empresa, conquistou o respeito de seus colegas e tem orgulho do que faz.

Nancy é analista administrativo na Filial Bahia da thyssenkrupp Elevadores e seu trabalho é referência entre os colegas para o bom andamento das atividades da empresa. Mesmo não pertencendo às áreas comerciais e de serviços, que são os carros-chefe da companhia, ela sabe um pouquinho de cada departamento e dá sua opinião sobre quase tudo. “Eu vejo o meu trabalho, sem nenhuma demagogia, como de muita importância. Consigo auxiliar os meus colegas em todas as áreas, atender um cliente e direcionar ele em qualquer assunto que precise. Tenho esse conhecimento. Posso não resolver efetivamente um problema de obra nova, mas vou construir o caminho para ele conseguir ser atendido”, argumenta Nancy.

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Sua rotina é bem movimentada. Desde as 7h30, quando chega à filial, ela não para. Começa o dia conferindo os e-mails para resolver as questões que ficaram pendentes do dia anterior, para não deixar ninguém sem resposta. No dia a dia são da sua responsabilidade as atividades de cobrança e execução de processos fiscais, supervisionar a manutenção de equipamentos e a limpeza da filial.

Seu perfil proativo para resolver as demandas está por trás do sucesso de sua carreira. “Lembro que quando entrei aqui, há 30 anos, alguém me disse: se chegar nas suas mãos, resolva. E eu levo isso comigo. Não consigo ‘passar a bola’ para outro”, reflete. E pensar que seu sonho era ser engenheira química – inclusive fez curso técnico para isso. Mas desde que chegou à thyssenkrupp, como uma jovem em busca de uma oportunidade de crescer, ter seu dinheiro e construir sua vida, a paixão pelo trabalho administrativo aflorou. “Quando cheguei aqui, tinha na mesa um monte de papel para arquivar. Mas nada me abalou, eu segui em frente, queria ver o trabalho feito, concluído. E sou assim até hoje”, finaliza Nancy, uma profissional que faz a diferença.

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