Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil 45,6 milhões de pessoas têm algum tipo de deficiência (visual, motora, auditiva, mental, intelectual ou múltipla). Esse número equivale a 23,91% da população brasileira. A maioria vive em áreas urbanas, o que corresponde a 38,5 milhões de habitantes.

Para facilitar o dia a dia destas pessoas e garantir o direito de todos de ir e vir, as construções precisam se adequar à norma de acessibilidade NBR9050:2015 da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. No que tange aos elevadores, as regras também são claras e determinam uma série de itens para a acessibilidade em transportes verticais, os quais são definidos na norma NBR NM 313:2007.

Para você conhecer esses diferenciais, listamos as principais características que a norma prevê e que são atendidas integralmente pela thyssenkrupp Elevadores:

  • Largura de portas com no mínimo 0,8 metro: Com essa medida é possível um cadeirante ter autonomia para entrar e sair do elevador sem precisar da ajuda de terceiros;
  • Velocidade diferenciada de abertura e fechamento de portas: A pessoa com mobilidade reduzida conta com tempo de parada ‘extra’ do elevador para ter tranquilidade tanto na entrada quanto na saída;
  • Altura mínima e posição dos corrimões: A instalação dos corrimões deve ter 0,87 metro na parte superior e devem ser afixados nos três lados da cabina para oferecer segurança e apoio para cadeirantes e pessoas com deficiência motora ou com dificuldade de manter equilíbrio durante seu deslocamento dentro da cabina do elevador;
  • Posição do painel de botoeira: Deve ser instalado na parede lateral da cabina à direita, quando a abertura das portas for central. Quando a abertura é na lateral, deve ser posicionado no lado do fechamento da porta. A altura de instalação também é definida pela norma para, por exemplo, uma pessoa com cadeira de rodas alcançar os botões de chamada;
  • Espelho no painel de fundo do elevador: Auxilia o cadeirante nas manobras executadas para entrar na cabina e, se necessário, quando de desloca de costas viradas para a porta;
  • Uso do Sistema Braille: Os sinais universais integram o projeto dos botões do painel para a autonomia dos deficientes visuais, que podem fazer a leitura de símbolos, números e letras;
  • Sinalização sonora com diferentes tons para descida e subida: Para indicar o sentido de deslocamento do elevador, um tipo de som é emitido quando ele sobe e outro quando ele desce;
  • Sinalização visual de pavimento de direção: Indica se o elevador está subindo ou descendo, auxiliando as pessoas com deficiência auditiva;
  • Digivox: O sistema de áudio auxilia o passageiro deficiente visual ao identificar em qual andar o elevador se encontra, indicando quando ele deve entrar ou sair do elevador;
  • Piso antiderrapante: Tem o propósito de evitar riscos de quedas dos cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida que utilizam bengalas, andadores ou muletas;
  • Dimensões mínimas das cabinas: a profundidade e a largura são adequadas para a entrada e saída do elevador e as movimentações das cadeiras de rodas dentro da cabina.

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